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SDPGL congratula-se pela contribuição
decisiva da sua Presidente, Conceição Alves Pinto, para o Acordo sobre o
Estatuto das Carreiras do Ensino Superior
A FNE anuncia que se conseguiram concluir de uma forma
positiva as negociações com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino
Superior sobre os Estatutos das Carreiras Docentes do Ensino Superior
Universitário e Politécnico.
Estas negociações foram conduzidas no âmbito da FESAP, pelo que todos os
sindicatos da área da educação desta Frente Sindical fazem uma apreciação
positiva do texto final, tendo manifestado a sua disponibilidade para a
celebração de um acordo global sobre estes estatutos.
Sublinha-se neste momento que pelos textos agora consensualizados se obtêm
clarificações significativas para ambos os sistemas de ensino, com uma
valorização muito significativa para o ensino superior politécnico.
Neste sentido, é particularmente relevante que seja criada, na carreira do
ensino superior politécnico, a categoria de professor coordenador principal,
equiparada à de professor catedrático do ensino superior universitário, quer
quanto às condições de acesso quer de remuneração.
Os lugares de quadro passam a ter um mínimo de 60% (inicialmente era de
30%), podendo eventualmente chegar aos 80% (inicialmente era de 50%) do
pessoal docente. Trata-se de um ponto positivo, quer em termos percentuais,
quer quanto aos requisitos de acesso para os actuais docentes dos IPs, quer
quanto à janela temporal de abertura dos concursos.
A FESAP bateu-se muito fortemente para que fossem encontradas soluções que
respeitassem expectativas legítimas de muitos docentes que têm assegurado a
título precário o funcionamento do ensino superior, registando que foi
possível formular respostas positivas para o período transitório que agora
ocorre para que estes docentes sejam inseridos nas novas carreiras.
A FNE regista que, no âmbito da FESAP, não tendo obtido os estatutos que
desejava, não deixará de estar atenta à concretização da nova legislação,
não deixando de, sempre que for necessário, procurar alterar o que forem
situações de precariedade.
A FNE regista finalmente que foram conseguidas, com a disponibilidade
negocial do MCTES, soluções que, na sua perspectiva, significam avanços
significativos na estabilidade e na qualidade do ensino superior em
Portugal, em termos de estatutos de carreiras
docentes.
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